Nicola Cavicchi trabalhava numa fábrica de cerâmica em Sant’Agostino.
“Ele era para ter voltado para casa às 6 e meia. Quando não o ouvimos entrar ficámos preocupados. O irmão começou a ligar-lhe mas ele nunca atendeu,” diz o pai de Nicola Cavichi.
A mãe diz que foi difícil acreditar: “O Nicola está morto. Eu olhava pela janela e continuava dizer para mim mesma ‘Ele vai aparecer agora, ele vai aparecer agora.”
As equipas de emergência estão a tentar minorar os danos em infraestruturas como condutas de gás de modo a reduzir os danos do sismo.
O terramoto deste domingo é o maior sentido em Itália desde 2009. Um sismo de magnitude 6.3 atingiu a cidade de L’Aquila, matando quase 3 centenas de pessoas.







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