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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mulher morre atingida por bagageiro de ônibus na Avenida Lúcio Costa

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
Rio -  Dois acidentes graves ocorridos neste domingo mataram duas mulheres. A comerciante Maria Leci Freire, de 55 anos, morreu em São Cristóvão após o carro no qual estava ser atingido por um ônibus. Já Marcele Ferreira, 24 anos, teve um fim ainda mais violento. Ela foi atingida pela tampa do bagageiro de um ônibus enquanto caminhava pela orla da Praia do Recreio.

jovem seguia em direção ao trailer Girassol, no Posto 9 da praia, onde trabalhava  como atendente. Naquele momento, um ônibus da empresa Top Rio Viagens e Turismopassou com a tampa do bagageiro aberta. A estrutura atingiu a nuca de Marcele, que andava sobre faixa de grama que fica entre a pista e a ciclovia. Ela morreu na hora
O veículo havia sido contratado pela organização da Meia Maratona Golden Four Asics, que foi realizada na manhã deste domingo. O ônibus recolhia os cones usados no ordenamento do trajeto da prova. Segundo a prefeitura, o coletivo tinha autorização para passar pelo local, que estava interditado ao trânsito por conta da competição.

O motorista Luciano de Faria Salles foi levado à 42ª DP (Recreio). Lá, após ser ouvido, ele foi indiciado por homicídio culposo (não intencional). A polícia ainda vai esclarecer exatamente as circunstâncias da morte de Marcele, mas tudo indica que o ônibus manteve a porta do bagageiro aberta para facilitar a coleta de cones ao longo do percurso da meia maratona.

Maria Leci morreu quando saía da feira do Centro de Tradições Nordestinas. Ela estava acompanhada do amigo José Antônio da Silva, 59 anos, que dirigia o Siena prata onde estavam. Os dois se encaminhavam de volta à casa dela quando foram atingidos pelo ônibus da linha 298 (Acari-Castelo), no cruzamento das Ruas Escobar e Santos Lima.

O carro bateu contra a fachada de um prédio. A comerciante morreu imediatamente. Segundo um dos moradores do local, acidentes como esse são comuns no local.

Colisão comum após as 22h

“Os radares são desligados a partir das 22h. Depois desse horário, as pessoas ultrapassam os sinais sem pensar duas vezes. Por isso, os acidentes são frequentes aqui. Já vi carros e ônibus baterem nesse prédio várias vezes. Felizmente, o imóvel já está fechado há algum tempo”, disse o comerciante Anderson da Silva, 24 anos, que mora a poucos metros do local da tragédia.

“Pouco antes do acidente, ela me disse que colocaria o cinto de segurança. Logo depois, o ônibus nos acertou”, relembrou José Antônio.



fonte: odia.ig.com.br

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